quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Porra, Esquilo

Essa é uma aventura. A história de um gatinho fofo chamado Esquilo. Essa também é uma história de amor de um casal que enfrenta perigos pra ficar juntos. Essa linda história de amor que vara a madrugada ligados apenas por uma mão. E no meio da noite este lindo gato transforma esta noite. Sua presença nos inunda. E completa nossa noite:

PORRA, ESQUILO. Cutucar o meu pé a madrugada inteira já é sacagem!

As dores

Dói. Dói pra caralho. Tudo, nas mais variadas formas. Tudo dói. Tudo machuca, tudo é corrosivo.

Tinha vontade de tirar ela de lá. E eu mesmo tive que levar ela até lá; já disse que detesto não ser um fracote?

Me sentindo um merda. um babaca. um estúpido. E todo o tempo as coisas saindo errado. Cansado. “To legal” disso já. Algum dia essa oscilação vai fazer sentido. Porque hoje não faz.

Adeus vó

Do que muito sentirei falta é da bonita faixa de cabelo branco no seu cabelo fofinho e bem penteado. Adeus.

Acho que ouvi certo

Acho que ouvi as músicas que devia no tempo certo. Durante muito tempo vi minha personalidade sendo moldada por gêneros musicais. Sim, eu tentei seguir as modinhas. E na verdade a maior benção foi não ter podido, por “n” motivos, segui-las com afinco. eram como agnosticismo (se eu não estiver falando merda).

E hoje reparei que ouvi Dead Fish, por exemplo, no tempo certo. De uma certa maneira as letras me tocaram pra que eu encontrasse quem eu era, onde estava o que tinha de fazer. Se não deu pra responder tudo isso permanentemente que bom que pelo menos me ajudou com o fim da adolescência. rs.

“Não preciso de suas muletas pois os pés eu vou usar/ É ter autonomia pra guiar, olhar pra qualquer lado e ter o direito de me esborrachar.”

Detesto

Detesto essa empatia com as pessoas. Odeio me importar com tudo, cada caso, cada problema. Não suporto essa história de querer cuidar de quem nem precisa ser cuidado (ou que inventa motivo pra isso). Detesto ter de ficar sem comer por nervosismo e também ficar pensando sobre o que estaria acontecendo. Odeio estar ligado no 220v porque alguém tá com algum problema. E principalmente, odeio ter que me justificar porque me solidarizo com gente que não merece…

Não sou bom em nada

Nou jogo bola bem. Nem basquete, nem handebol tanto assim. Não sou bom em videogame. Não sei desenhar, nem tocar instrumentos com destreza. Já disse que sou muito ruim com games? Enfim, é isso que faço de melhor ser mediano em todas as áreas que exigem alguma habilidade. Agora me deixa ir trabalhar num sábado livre, que trabalhar é o que eu aprendi fazer…

Sou uma antítese de mim

Logo cedo descobri que nossos objetos nos definem. Seus brinquedos diziam muito sobre você. Se você ainda tem brinquedos, isso diz muita coisa.

Recebi coisas lindas de presente ontem e todas me definem, cada uma a sua maneira. É impressionante como um cd, uma caixa de chocolates e uma camiseta me disseram sobre “o que sou feito”. E ao mesmo tempo a maneira como isso me afeta também é diferente.

O chocolate me levou a experimentar uma viagem sensorial interessante. Uma caixa linda com tema oceânico (e rosa-dos-ventos, que eu tanto gosto), com aplicações em verniz e extremamente saboroso. Guardarei-a certamente.O cd do seriado musical Glee, com músicas baseados no estilo Broadway, coisas que eu não ouviria normalmente (valeu por testar, namorada) , me agradaram e me deixaram tão alegre quanto uma frase de Ruby Tuesday dos Rolling Stones numa camisa trazida de presente pela minha amiga Marina. Gostar de tantas coisas que se contrastam fazem de mim essa coisa engraçada, metida a esperto que minha amiga teima em chamar #popcultmoderninho. Acho que aprendi de novo sobre mim.

Não vou me adaptar

Na verdade todos somos egoístas demais para aceitar a adaptação. Basta observar quando as pessoas vêem seus ex-romances com novas pessoas. Se consomem por rancor, raiva, desdém e outros sentimentos que não são exatamente legais. Outra coisa que acontece também é vermos as fotos de um amigo que não entra em contato conosco em “outra vida” e de “bem com a vida” a impressão que tenho é que nessa hora se pensa “tá melhor sem mim”. E isso é estranho. O desejo pela inadaptação alheia.




“A minha voz será a voz da verdade
Mas o que é a verdade
Senão inflar a opinião de vaidade?
Verdade é a natureza se manifestar!
É o cecê que não para de jorrar
É xixi, cocô, papá, mimi…
É a criança que chora e outrora sorri
É suvacolelê na cara do amigo
É tirar a craca de dentro do umbigo
E virar planta por um momento…
Vegetando à luz do Sol
Baseado em pensamento…
”
—Suvacolelê - Comédia MTV (lol)

Tem dias que a noite é foda.

Tem dias que simplesmente duram o suficiente pra você ter certeza de que tá vivo. Porque só sendo personagem de filme /seriado pra tudo dar totalmente certo (ou errado). E aí vc descobre o motivo pelo qual está vivo. Pra viver um dia de cada vez.

Então respira. Pensa meia dúzia de palavrões (segundo o Hassum e o Melhem : “retoma o centro desestressa e principalmente dá poder”) e toca. Pq amanhã é outro dia. Mais longas 24 h

E nem tente se queixar…

Sobre prolixidade, acúmulo de redes sociais e medidas.

Sou um prolixo. Falo demais tenho a boca maior que o resto do corpo. E o acúmulo de blogs que eu tenho prova isso.
Na tentativa de ser menos prolixo e mais focado estou reduzindo o número de redes sociais. Me reeducando no uso da internet. E então estou trazendo pra cá tudo que eu postei no tumblr.com um outro tipo de blog. Numa idéia de reduzir o número de redes e na tentativa de dar uma acordada no meu bom e velho bloguinho que tenho tanta saudade e ao mesmo tempo tanta preguiça de postar.
E essas medidas que venho tomando serão importantes no meu crescimento. Hora de crescer novamente. Sempre é tempo. E está na hora de renovação pessoal.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Como filmes americanos fuderam minha vida (Pt.1)


Penso em escrever este post há tanto tempo que não faço idéia de onde ele começa. Na verdade sei bem. Ele começa em "Curtindo a Vida Adoidado", filme que eu simplesmente amo e vejo desde os 3 anos na sessão da tarde.
Com filmes como esse em anos de "terapia cinematográfica intensiva", eu fui moldando a minha personalidade de uma maneira digamos... american way of life. Vocês verão a merda que isso provoca logo, logo.
Mas antes, precisamos pensar em quais os fatores que fazem os filmes americanos fuderem sua vida. Aqui vão alguns (os que lembro agora)
- A gostosa
- O nerd
- Drama familiar
- Mentiroso arrependido
- O baile de formatura

Vamos numa ordem aleatória:

- Drama familiar.

Todo filme adolescente por mais adolescente e babaca que seja sempre tem um drama familiar. É o que dá liga na história. Seja do personagem principal, seja da mocinha ou dos coadjuvantes. Alguém precisa ter uma família ruim pra pensar "OH! COMO SOU INFELIZ!" e depois ouvir alguém dizer "VOCÊ PRECISA GUIAR SUA PRÓPRIA VIDA. SEU PAI (mãe, tio e até avó) NÃO PODE DIZER QUEM VOCÊ VAI SER" . Daí pra diante se desenrola uma crise existencial e no fim o cara descobre que a vida dele é boa. O drama se resolve com um abraço emocionado ou a morte de alguém. MINHA VIDA: depois de achar que dramas pessoais me trariam a gata dos sonhos (não é assim nos filmes?) descobri que ninguém quer ser amigo de alguém que simplesmente não tem energia positiva, ou que tem um drama tão pesado que tenha que dividir com todo o mundo o peso nas costas. Daí você afasta até aquela menina chata (ou feia, isso mesmo, acontece; não existem só as "gostosas") que poderia ser afim de você. Ou seja, dramas pessoais não te trazem garotas(os). Dramas pessoais só te trazem mais dramas pessoais. Lição 1: APRENDIDA.

- A Gostosa:

A Gostosa, sim com letra maiúscula, é a principal personagem de qualquer história adolescente. Como? Sendo a paixão do nerd (próximo capítulo) ou infernizando a vida da mocinha. Ela é o centro das atenções e acreditem, meninas e meninos, ela não fica com o nerd no final, e nem é humilhada na frente da mocinha que sai vitoriosa de uma batalha épica de amor, ódio, sangue, suor e lágrimas. (ufa!) Então antes de pensar em bolar um plano contra a Gostosa pense duas vezes se isso não estará enterrando de vez qualquer possibilidade de vida social entrando numa briga de uma pessoa só (é ... ela não está preocupada com sua vida). E você nerd (próximo capítulo, já disse isso?), não vai faturar essa gata se não levantar a bunda da cadeira, se arrumar, e ir lá conversar com ela. (Coisa de gente galera, ok? sei bem como funciona o vocabulário nerd. E dizer que é geek é o primeiro passo para se afundar na nerdice completa #dik). Lição 2: APRENDIDA

Os outros tópicos virão num próximo post. Vocês sobrevivem até lá? rsrs.

terça-feira, 1 de março de 2011

#56 Culpa sua!

"Se não fosse o senhor, hoje eu tava adiantado e não atrasado"

Com a maior sinceridade do mundo ele me abordou assim.

"Oi?"
"É, se o senhor não tivesse me repetido, hoje eu não estava atrasado"

Estendeu a mão suja da graxa da oficina. Mais o pulso que a mão (medo de me sujar?).

"Hoje eu culpo o senhor."

Doeu. Eu comecei a ficar sem saber o que fazer. Sabia que não tinha acertado com o garoto que hoje é um rapaz. Imaginava o que teria acontecido com ele. De todas as outras vezes nunca tinha visto tanta mágoa no olhar dele.
Doeu.

"Se não fosse o senhor..."

E ficava ecoando na cabeça. Mesmo durante o minuto em que parei pra falar com ele. Perguntei como andavam os estudos. Ele respondeu.

"bem!" ("se não fosse o senhor...")

E minha mente completou o raciocínio.

"Se não fosse o senhor... eu não estaria trabalhando aqui."

Sabia que não tinha acertado com o aluno. Só não imaginava o tamanho do erro. Passei o resto do tempo me perguntando qual a minha real responsabilidade na vida daquele garoto.

"Hoje eu culpo o senhor..."

Não sai da mente.

Sempre me questionei sobre a responsabilidade de reter alguém. Se estaria errando ou acertando. Continuo sem saber. Mas apenas me resta dizer que doeu. E ainda dói.

"Se não fosse o senhor..."

sábado, 30 de outubro de 2010

Falando em tapinha nas costas...


Ontem eu fui assistir o Tropa de Elite 2. E novamente me veio a sensação de um tapinha nas costas. No filme a gente recebe um tapa na cara e pede pra sair. Mas os efeitos após o término são os seguintes:
Você é um bom brasileiro (tapinha). Vivemos em um bom país (tapinha). Infelizmente o que acontece é culpa do sistema(tapinha). Aqui temos democracia e você pode eleger seus representantes (tapinha). Nós nos importamos com esse povo brasileiro! (tapiiiiinhaa!!)

Realmente cansei de tantos tapinhas nas costas. E ainda tem gente que acha que não votar é a melhor opção. tsc!

Só espero que esse Tropa não receba só um tapinha nas costas, queremos PRÊMIOS! Amadurece, mídia! Quero ver dar tapinha nas costas desse cara aí em cima.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Falando em ser melhor...



A palavra de ordem do momento na gestão de pessoas e negócios é PRÓ-ATIVIDADE. Pró-atividade pode ser definida como ação antecipada, refere-se à inteligência aplicada na otimização de resultados. Não que eu me considere próativo. Mas acompanho pesoas que vejo dessa forma e rola mais ou menos assim:o cara se otimiza, otimiza os resultados próprios, otimiza os resultados no trabalho, e faz tudo isso no máximo com uma equipe mínima.

Na hora do reconhecimento, é que vem a tragédia. Todos dividem o reconhecimento. E o pequeno grupo de próativos recebe um nada recompensador tapinha nas costas. O tapinha nas costas também é um dos prêmios em moda. Cabe perfeitamente aos que fazem a média, os que nada fazem não conseguem saber o que fazer com ele e os que realmente se empenham não se satisfazem.

Os chamados próativos então viram a média e aí o povo reclama que NINGUÉM faz nada. Facinho, né?
às vezes o tapinha dói, sim.

Falando em vontade...

#ajudaquemteajuda?
Eu andei com uma vontade muito estranha de escrever. Dece ser amonografia, ou o trabalho, ou tudo junto. Mas como sempre minha autoanálise (ainda teimo nisso ou paro agora?) eu acabei me achando parecido com um desses autores de livros como "O Segredo" e afins, onde a sua teoria pessoal é utilizada como estudo e vira bíblia de um monte de gente.
Lembrei das revistas femininas, também. É elas mesmas, que ensinam como "segurar seu homem" e "sentir-se segura como você realmente é".

Lembrei dessas coisas todas e lembrei de como realmente elas podem ter o poder de fuder com a vida alheia. Tem cursos ministrados pela internet pra tudo. E acho, de verdade, que pelo menos 90% deles deviam passar por prescrição médica e avaliação da ANVISA.

O problema com essas teorias e textos é que quase nunca elas se aplicam à realidade que o leitor vive e muitas vezes, sequer à realidade alguma.

Vejo alguns casos que são tão escalafobéticos que quase passo mal. rs.

Pense na seguinte situação: a pessoa sempre fez tudo errado. Tinha problemas de sociabilidade, no trabalho, com os amigos... Um verdadeiro "problema social" e aí essa pessoa lê: SEJA VOCÊ MESMO!

Essa pessoa se estava começando a ter o mínimo semancol se afoga novamente nesse ser socialmente inapto. Resultado: está fadado a ficar comprando mais e mais livros de auto-ajuda para conseguir se encaixar para tooodo o sempre.

Auto-ajuda que é um segmento de literatura que eu considero divertido. Já li alguns, uns com o objetivo acima (e não deram tanto efeito, não)outros pra saber o que atraía tanto as pessoas e nof im a conclusão foi sempre a mesma. Se é auto-ajuda, outro não devia se meter. Quem quer ajuda quer ajuda do outro, e pedir ajuda é sinal de que a pessoa tem coragem o suficente de encarar seus problemas e quer mudar o "mundo" que vive. Porque o mundo é exatamente do tamnho que você percebe tudo e todos ao seu redor.

A habilidade social é o princípio pro sucesso. Longe de mim ser "O" habilidoso. Acho que poucos desse tipo estão escrevendo em blogs, mas eu reconheço a importância de sermos melhores. E com pessoas de verdade. Sem teorias, análises de casos "verídicos", sem personagens. Só a simples e pura vida real. Com a natural cooperação e competição entre esses viventes deste medíocre planeta Terra. Tentando ajudar a melhorar um pouquinho por dia.


E aí. Ajuda quem te ajuda?




segunda-feira, 18 de outubro de 2010

FÉ

#50

Fé, exercício mais difícil de ser realizado pelo ser humano. Todos são capazes de desenvolver a habilidade deste difícil exercício, mas poucos saem do sedentarismo.
A fé é um exercício difícil pois exige entrega. E a gente só se entrega em momentos onde nosso raciocínio não é mais capaz de discernir. E entre fugir e morrer preferimos simplesmente acreditar.
A fé, não é um item religioso como muitos pensam. A fé é um item pessoal. Quem possui talvez saiba explicar melhor.
A fé é inerente à necessidade de sobrevida da espécie humana. Até os racionais cientistas têm sua fé. Mesmo que seja a fé de provar que a fé na fé está errada.
A fé ultrapassa o enorme conceito que é DEUS. A fé é a possibilidade que o homem tem de conviver com seus medos. Que vão o minimizando até transformar sua existência num décimo.
A fé deve ser aquela força que faz você querer se jogar do alto do despenhadeiro só pra ver se vai ser realmente salvo por alguma coisa, ou só pra saber se teve fé o suficiente pra saltar.
A fé como disse lá em cima, só vem com a entrega. E como é difícil se entregar. Já devia ser difícil o suficiente termos que nos entregar a convivência com as pessoas ao nosso redor. Daí uma força (chame de Deus, Força Superior, Conspiração Universal, Teoria do Caos) nos faz ir a um novo nível. O nível onde se entregar a essa "força" de olhos fechados para poder enxergá-la, mesmo que turvamente, é a única solução.
E não há glamour, não há cânticos (talvez se houverem podem não ser pra você), não há nenhum sinal. É simplesmente o novo nível com o qual você convive. E então você percebe que de alguma maneira se exercitou e a sua fé (seja no que for) sai restabelecida e ligeiramente mais forte que antes.
Não, não é fácil. E espero poder um dia experimentar o sabor de saber que andei me exercitando um pouco.



sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Falando de Tecnologia...


Falando de tecnologia eu tenho umas coisas sem sentido pra postar aqui. O tal do twitter é uma coisa bem engraçada, sabe? Todo mundo se acha muito espertinho lá. E digo "LÁ" com propriedade porque até eu sou diferente "lá". Acho que essa parada de 140 caracteres subiu à cabeça. Fico olhando como é fragmentado tudo o que é comentado no twitter. O TT, por exemplo, é um mecanismo que funcionaria bem, se não fosse tão mal-usado. Vc vê gente retuitando as palavras chave sem propósito algum o tempo todo. Muitas vezes ninguém nem sabe o motivo da tag estar bombando "lá".
Nesse momento acabou mais um episódio de uma série que eu gosto muito: "Separação". Na série a chefe e amante do personagem principal estava tentando transar com ele e tuitando cada movimento. O ápice na minha opinião foi: "Eu quero 140 caracteres de exclamação!" - em a
lusão ao orgasmo. Excelente texto! E realmente é o que a gente mais vê no twitter, gente que tá transando e tuitando. O meu amigo Raphael ("lá" @raphaelzep) adora me zoar por não gostar e reclamar e enfim... do twitter. Mas eu tenho lá minhas razões e consegui expô-las aqui. Se alguém que tiver twitter conseguir me dar três razões para acha o microblog a oitava maravilha, que não sejam: 1- "lá" eu encontro "todo mundo"; 2-"lá" vc só lê o que quer; ou 3-"lá" eu posso me expressar, comenta aqui e eu juro que permito fazer a hashtag #brunoretrogrado.

Free bird?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Falando em papel

Falando em papel eu preciso confessar meu amor absurdo por pinguins. Eu até tenho uma pinguinha. Daí que eu vou entrar nessa de tuiter e ficar explanando a minha vida pessoal. Então achei melhor começar logo, e melhor, por aqui. rs.
Olha que bonitinho é meu google! uhasuhasuhauhsuhasuhas

uhashuauhshuasuhahushuashuahusuhas
;)


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Falando em corações animados...

#pausa. Ato 1.

... e então ele cansou-se de apenas idealizá-la. Tomou coragem e decidiu-se: queria tê-la para si. Pensou maneiras e estratégias para isso. Não podia simplesmente falar-lhe; ela não o ouviria. Precisava agir e depressa ou poderia simplesmente esquecê-la. Tinha pouco tempo. Mas imaginou ser tempo o suficiente para que não lhes sumissem a lembrança. Armou-se. Tinha de ser definitivo; e foi.
Pegou primeiro o lápis, apontou-o cuidadosamente. Depois a borracha e o papel. O papel. Não poderia ser qualquer papel. Tinha de ser especial. Tinha de emocioná-la com o primeiro toque.
Ele ouvia sua doce voz: "Eu te esperarei o tempo que for preciso. Tenho a eternidade aqui." E de fato tinha. Ele também sabia disso. Mas e quanto a ele? Não tinha mais tempo.
Abriu um livro. Não sabia muito bem o que dizia, mas se impressionou com a seguinte frase: "i give up forever to touch you". Inspirou-se nela e iniciou.
Seus traços ligeiramente débeis eram, também, astutos e espertos. Iniciou inspirado por aquela frase. Segurou o lápis com força, provavelmente na tentativa de segurar a lágrima que teimava em querer rolar diante do que vira. Então a gota que manchou o papel mostrou a mais bela imagem que ele já tinha visto. Aquela gota foi o seu primeiro toque em sua musa.
Agora ele já tinha tudo. O amor que tanto sonhava estava concretizada ali naquela bela folha de papel. Seu tempo tinha enfim acabado.

#fimdapausa

Ato 2 (?)